Revista Autor

Política, Economia, Sociedade, Internacional e Direito

Especiais

Especial: Barack Obama 2009

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É com imenso prazer que entregamos aos nossos leitores o especial “O regresso da maioria emocrata e os Desafios adiante”, fruto do esforço e dedicação de muitos analistas do Brasil, e Portugal e de outros lugares do mundo. Neste especial procurou‐se destacar os desafios ue se colocarão diante do governo norte‐americano, especialmente para o Presidente Barack bama e para a maioria Democrata no Congresso dos Estados Unidos.
Este número especial da Revista Autor parece‐nos incontornável: tratamos aqui das possibilidades, desafios e obstáculos no percurso da maior potência mundial, portanto, com capacidade de atuação e interferência nas mais diversas regiões e questões globais. O momento é de expectativa: é sabido que os sistemas políticos e econômicos estão em constante mutação e a realidade que vivemos coloca muitas interrogações no que concerne o papel a desempenhar pelos EUA nos anos vindouros.
Atualmente, os EUA são a maior potência bélica, econômica, financeira, tecnológica e, provavelmente, cultural do mundo contemporâneo. Também são o país com a terceira maior população mundial e estão entre os 5 maiores países do mundo em termos territoriais.
Os EUA desempenharam um papel fundamental na construção da ordem internacional que está em vigência até hoje, sendo decisivos para a criação e consolidação de algumas das mais importantes organizações internacionais atuais. Não se pode esquecer que foi em duas cidades norte‐americanas que tais organizações surgiram: São Francisco (Organização das Nações Unidas) e Bretton Woods (Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional e Organização Internacional de Comércio, transformada em Acordo Geral de Tarifas e Comércio -  GATT e, mais tarde, na Organização Mundial do Comércio).
A influência da sociedade norte‐americana extravasa as suas fronteiras, atingindo e influenciando o resto do mundo. Do padrão de consumo, às decisões e tendências internas sobre a política ambiental, agrícola, econômica, externa, entre outras, todas continuarão a ser eferências e influências centrais para outros governos e sociedades à volta do mundo. Uma referência não é sempre seguida, mas é sempre uma influência incontornável. Desta forma, entender os EUA é mais do que uma curiosidade internacional, é algo fundamental para que se compreenda as principais tendências mundiais.
Neste especial procuramos apresentar o momento eleitoral (Parte I) a fim de identificar as principais forças e grupos atuantes na política norte‐americana e com real capacidade de influência sobre o país, bem como os principais desafios (Parte II) que o próximo governo dos EUA enfrentará.
Tanta influência trás benefícios e malefícios, de forma que é fundamental compreender as atuais dinâmicas e usá‐las para garantir o avanço da justiça social.
Rodrigo Cintra & Ricardo Migueis

http://www.revistaautor.com/portal/index.php?option=com_docman&task=cat_view&gid=113&Itemid=81

 

Sobre o primado da escrita

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Sample Image A propósito da recente querela ortográfica, tem-se lido e ouvido na boca de diversos acordistas afirmações que exprimem algum desdém retrógrado (não posso qualificar de outro modo, como tentarei adiante explicar) pela língua escrita, como se esta fosse um sub-produto da oralidade, bem como afirmações sobre a primazia da ‘pronúncia’, como se a língua oral fosse a primodial e fundamental manifestação do saber linguístico dos falantes.
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A unificão da Língua, através da transformação pelo teatro

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Sample Image Para a inspiração de minhas idéias sobre este assunto tão discutido e polêmico, trago da minha memória afetiva a experiência vivida por mim na idealização, realização e vivência do FESTLIP - Festival de Teatro da Língua Portuguesa, com atores e artistas de cinco países dessa língua. Foram eles: Angola, Cabo Verde, Moçambique, Portugal e Brasil.

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Unificação ortográfica da língua portuguesa

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Sample Image Nesta altura, 14 de junho de 2008, embora o segundo protocolo do Acordo Ortográfico tivesse sido aprovado pela Assembleia da República, em 16 de maio, por nítida maioria, ainda falta ratificação do Presidente da República, pelo que, como democrata praticante, custa-me responder ao desafio do jovem editor da Revista Autor, Ricardo Miguéis, no sentido de propor um texto sobre o assunto.
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Triunfo (não triumpho) da lusofonia

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Sample Image A irreverência, o tom por vezes desabrido do autor de Urupês não raro descambam para o exagero, mas, nesta época de reformas ortográficas, convém resgatar o escritor Monteiro Lobato como vetusto representante de uma corrente que gostaria de despir a língua portuguesa de acentos gráficos e letras desnecessárias. Acento, por sinal, já foi accènto.
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