Revista Autor

Política, Economia, Sociedade, Internacional e Direito

Rawls, Lévinas: a função do assistente social

INTRODUÇÃO

 

 

O objetivo desse artigo é apontar o sentido de cidadania relacionada à eqüidade como elemento fundamental para que todos se reconheçam no Outro, decorrendo disso a estrutura fundante da função primordial do assistente social.

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O ballet da sessão clínica: entre o cheiro e o choro

Ela enxugava uma lágrima agora. Estava tão emocionada que talvez seja por isso que entendeu há exatamente três segundos o significado para o nada que acabava de pronunciar. Não se trata de uma discussão sobre o nada ou algo parecido com quê os filósofos costumam perder ou ganhar o tempo que a isso lhes são devidos.

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Roteiro de cinema

Para onde vai a vida
Segue assim desgovernada
Por palavras vai movida
Levam tudo, deixam nada
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Princípios Peculiares e Norteadores do Direito do Trabalho

INTRODUÇÃO

No Direito do Trabalho é possível observar uma vasta lista de princípios, que norteiam e orientam os operadores do direito. Sabemos da existência de Princípios Gerais do direito e Princípios Constitucionais do Direito do trabalho, contudo, reservaremos espaço à pesquisa somente aos Princípios Peculiares do Direito do Trabalho.

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A "Copa do Mundo" é nossa?

“A taça do mundo é nossa
Com brasileiro não há quem possa
Êh eta esquadrão de ouro
É bom no samba, é bom no couro”

Não há qualquer indício, nem mesmo seria uma conduta esperada na época, que os autores da consagrada marchinha que embalou a Seleção Brasileira rumo ao seu primeiro título mundial, em 1958, tenham optado por utilizar a expressão “A taça do mundo é nossa”, em vez de empregar, talvez como hoje soasse mais natural, a frase “A copa do mundo é nossa”, em virtude do receio de sofrer, por iniciativa da FIFA ou da então Confederação Brasileira de Desportos, antecessora da CBF, algum tipo de sanção, financeira ou criminal.

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Destalk Show

Meu pé patafora do cobertor

False fale-se disco beta língua

Trazo peso bem o boisado míngua

Alma de Milon(1), Miles(2) divertor

 

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Os limites dos BRICs e a crise mundial

A expectativa é que a China cresça este ano na casa dos 10%, o Banco Central prevê que o Brasil crescerá acima dos 7%. Essas taxas de crescimento irão acentuar os discursos sobre a ascensão dos emergentes. Entretanto, a realidade da economia mundial é mais complexa.

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Descrença ou baixo desenvolvimento democrático na América Latina?

O cientista político estadunidense Samuel P. Huntington, com o livro “A terceira onda: a democratização no final do século XX”, embora publicado haja algum tempo, mapeou o processo de democratização do final do século XX e analisou os sucessos e as dúvidas do processo de transição democrática que teve início no ano de 1974 em Portugal, com a queda de Marcello José das Neves Alves Caetano. Huntington (1994) chamou essa transição de onda de democratização. Para ele, as ondas de democratização foram movimentos simultâneos que ocorreram em um espaço de tempo, conduzindo países não democráticos[i] para regimes democráticos.

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Os Soldados do Tráfico e a Guerra de Quarta Geração

Em recente relatório da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), o país tomou conhecimento do treinamento de “soldados do tráfico” nas matas do Rio de Janeiro. Tal constatação vem confirmar o real desenvolvimento desse novo tipo de guerra, de quarta geração, sobre a qual se tem debruçado muitos analistas estratégicos ao longo dos últimos anos.
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Economia, Ambiente e Gestão Ambiental

 

Este artigo analisa a sustentabilidade como fator agregado e obrigatório às políticas governamentais, bem como às empresas que transacionam no cenário internacional. O termo sustentabilidade se refere aos aspectos do meio ambiente onde a empresa está inserida e sua capacidade de interferência neste mesmo meio. Ao final, é trazida uma proposta pragmática para este problema global. Para a construção deste trabalho, foram utilizadas consultas ao Conselho Federal de Administração, Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), Banco do Brasil e experiência do autor no mercado internacional.

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Seu passado tem cheiro de maçã

O cheiro de maçã causava um enjôo que ela não sabia de onde vinha.  Sentia náuseas, dor de cabeça e frio. Tremia e tentava entender porque isso acontecia. Nunca conseguiu achar uma explicação. Nunca aprendera sobre a (in)grata sensação estranha que seu passado lhe mostrava quando via maçãs no supermercado e ou na feira dominical da rua estreita perto de sua casa. Toda vez que ela via essa fruta saía correndo para não sentir seu cheiro e ficava a uma distância onde ela pudesse apenas vê-la. Tinha uma emoção forte quando isso acontecia. Tinha muitas emoções. Estava ali a maçã que tanto a assombrava e ou a encantava. Assombrada, tinha no olfato lembranças de uma infância que nunca fora esquecida e, no encantamento, tinha a certeza de que era privada de uma resposta que o sentido de sua visão lhe dava, pois ficava espantada quando necessitava de sair correndo pelo medo que sentia quando seu passado lhe trazia nessas emoções fortes provocadas por um cheiro que ela não se esquecia. Era uma sensação estranha que talvez não possa ser explicada porque não há como definí-la. Só tem certeza de uma coisa, eram estranhas, por isso repete aqui o que não sabe.

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A Inserção Internacional do Estado de São Paulo

A aceleração dos fluxos globais, um dos pontos mais visíveis da globalização, vem promovendo um amplo processo de internacionalização não apenas dos Estados nacionais, mas de agentes privados, como as empresas multinacionais. Dentro dessa realidade, uma entidade federativa da grandeza do Estado de São Paulo pode se posicionar de maneira mais pró-ativa para defender seus interesses e aproveitar-se mais diretamente dos benefícios oriundos da internacionalização.

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Crise da Europa do Sul? O náufrago, o nadador salvador e o saltador de “bungee jumping”

A Grécia é um nadador que se afoga e que arrasta consigo os outros, a Alemanha, qual nadador salvador toma medidas impopulares, para evitar ser arrastada, ministra uma sério golpe no náufrago, para conseguir trazê-lo são e salvo para terra. Portugal no meio disto é uma espécie de saltador, no início os mercados parecem crer que é uma espécie de suicidário, mas eu tendo a crer, tal como De Grauwe, que se trata de bungee jumping.

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O Brasil pós-Lula da Silva

Inicio este texto com um recorte do artigo A diplomacia topa tudo, de Carlos Alberto Sardenberg, colunista do jornal O Estado de São Paulo. O jornalista cita a situação, dentre várias, onde o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge, aparece sorridente diante de fotógrafos entregando uma camisa da seleção brasileira para um também sorridente presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, demonstrando uma relação diplomática discutível de repercussão negativa mundial. Além deste fato, podemos citar a diminuição da capacidade produtiva industrial do país, o que alguns estudiosos estão denominando como desindustrialização; a diminuição da nossa corrente de comércio exterior com a redução do volume das exportações e o crescimento contínuo das importações brasileiras.

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A Demanda da Unidade

Uma leitura de “Der Tod des Vergil”, de Hermann Broch

 

Num tempo voraz de uma pós-modernidade narcisista que tudo devora, impõe-se a lição da lentidão que a literatura ainda pode e deve proporcionar. Lentidão plena de sentido e de interrogações pulsantes que nos desafiam e nos interpelam à margem do ruído ensurdecedor do universo de epílogo em que hoje mergulhamos. “Der Tod des Vergil” (A Morte de Virgílio), do escritor austríaco Hermann Broch, constitui um paradigma privilegiado de uma tal lição de lentidão majestática. Trata-se, em última análise, de uma imensa obra filosófica e lírica que, com os seus quatro andamentos (a utilização da imagem musical é proposta pelo próprio escritor), propõe ao leitor uma viagem espiritual e mística, onde se problematiza de um modo candente a própria essência da arte.

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Nunca Antes

Estimados leitores, não, isto não é um conto de fadas, o fato é que eu estou convencido de que “nunca antes na história deste país” tivemos tantos episódios marcantes e inéditos, tanto na política interna, quanto na política externa, que nos levaram a ouvir repetitivamente esta frase nos últimos tempos.

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Democracia conta o Liberalismo

É objeto deste trabalho, questionar a tese normalmente aceita na ciência política dominante da complementaridade histórica e política entre liberalismo e democracia. Procura-se debater criticamente a definição “democracia liberal”, examinando as relações históricas e políticas entre o liberalismo e a democracia que legitimaram uma reformulação conceitual do termo democracia, passando do exercício ativo do poder popular, como aparecia no seu significado original, ao gozo passivo de direitos pessoais, como hoje é normalmente aceita.

 

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Las Palomas Porteñas (Trocadilho Portunhol)

DOIS POEMAS SOBRE O MESMO TEMA
Las palomas que alimentas en su techo son suyas
Y el techo es solo miyo
Palavras aos porcos
Enjaulada como bicho
Perco as rédeas viro fera
Minha ira vocifera
Não pertenço a este nicho
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Glosas marginais sobre pesquisa: que é? Por quê? Para quê? Uma abordagem filosófica

Este artigo resulta da análise sobre o conceito e de algumas das finalidades da pesquisa. Concretamente, três questões delimitam o horizonte teórico sobre o tema: que é pesquisa?, por quê pesquisa? e para quê pesquisa? A pesquisa sempre é pertinente na medida em que se manifesta sobre o que é fundamental para a condição humana, isto é, sobre sua vida e questões que lhe dizem respeito. Para tanto, a pesquisa deve assumir o gênero humano como seu objeto de consideração. Isto deve resultar na apreciação da condição humana para que a partir dela sejam levados e elevados à sua maior e melhor compreensão pela reflexão e pela especulação.

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Novos modelos de negócio e competitividade das empresas

Novos modelos de negócios nacionais e globais, competitividade, inovação e economia de escala são termos muito importantes para as empresas e, por vezes, se originam da própria vocação da empresa privada na busca de um crescimento sustentado. Entretanto, parte dos resultados de uma empresa depende de outros fatores, como a política industrial bem com a de comércio exterior e internacional. Desta forma, analisando o Brasil, podemos citar a afirmação do ex-ministro colombiano Maurício Cárdenas ao Brookings Institution, indicando um processo de desindustrialização e comoditização da nossa economia.

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Investimentos Estrangeiros Diretos de Empresas Brasileiras

Em vista da baixa capacidade de formação de poupança doméstica da economia brasileira, muito se discutiu nas últimas décadas sobre a alta dependência do Brasil ao capital estrangeiro para os investimentos necessários ao setor produtivo da economia para se promover o processo de crescimento e desenvolvimento. Ao longo do atual governo, que iniciou em 01 de janeiro de 2003, e até 31 de outubro de 2009, ingressou no país um montante pouco superior a US$296 bilhões, segundo dados do Banco Central do Brasil. Até 2007 esta cifra representava 39,1% do total canalizado na formação bruta de capital fixo no Brasil, o que confirma a alta dependência do país ao investimento estrangeiro direto.

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Euro, financeirização da riqueza e o papel da Alemanha na integração européia

A crise grega tornou evidente a forma como algumas contradições do capitalismo contemporâneo se expressam na União Européia e também desvelou o papel contraditório da Alemanha no interior da União Européia.

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Produção automobilística na era global

Os últimos doze meses foram talvez os campeões em recall envolvendo automóveis. Na última semana foram os proprietários do Stilo, da FIAT, cuja roda pode se soltar em movimento. Vale salientar que a montadora, acionada pelo DENATRAN e multada em R$ 3 milhões, mantêm a posição de que não há nada de errado com seu veículo. Enquanto isso, cubos de roda são importados da Europa.

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