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De que riem os portugueses? A propósito de Antologia do Humor Português, de Nuno Silva e Inês Santos |
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Escrito por Ana Cláudia Coutinho
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01-Mar-2009 |
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O final de 2008 viu chegar aos escaparates das livrarias portuguesas um volume algo curioso, desde logo pelo longo título que ostenta e que passo a citar: ANTOLOGIA DO HUMOR PORTUGUÊS MAS SÓ O QUE SAIU EM LIVRO E MESMO ASSIM HÁ UNS QUE, SE CALHAR, NÃO DEVIAM AQUI ESTAR E OUTROS QUE NÃO ESTÃO E DEVIAM ESTAR, É COMO EM TUDO. 1969-2009 MAIS OU MENOS, ENFIM, 18 DE ABRIL DE 2008, ATÉ À HORA DE ALMOÇO O MAIS TARDAR. |
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Escrito por Ruy Rey
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31-Jan-2009 |
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A Estrada, de CormacMcCarthy, edição da Relógio d'Àgua de 2007, com tradução de Paulo Faria. O autor descreve-nos um mundo completamente destruído, cheio de cinza, de máquinas paradas no tempo cujos braços oxidados parecem lamentos à eternidade, cadáveres calcinados como se fossem bonecos de cabedal, e povoado por gangues que prendem pessoas em coleiras e alçapões para as comer, bebés no espeto… |
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Mia Couto, Venenos de Deus Remédios do Diabo – As incuráveis vidas de Vila Cacimba |
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Escrito por Cláudia Coutinho
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31-Dez-2008 |
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Venenos de Deus Remédios do Diabo – As Incuráveis Vidas de Vila Cacimba é o título e o subtítulo, respectivamente, da vigésima terceira obra publicada pelo autor moçambicano Mia Couto. Nascido na Beira, em 1955, este biólogo de formação conquistou o mundo da literatura com obras tão inesquecíveis como Vozes Anoitecidas (1987), Cada Homem é uma Raça (1990), Terra Sonâmbula (1992, adaptado ao cinema em 2008) ou A Varanda do Frangipani (1996). |
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“Boa noite, senhor Soares” de Mário Cláudio – escritor procura-se |
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Escrito por Cláudia Coutinho
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30-Set-2008 |
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Mário Cláudio, pseudónimo de Rui Manuel Pinto Barbot Costa, nasceu no Porto em 1941. Autor de uma obra variada, tem-se dedicado à poesia, ao ensaio, ao teatro e ao romance, sendo este último o género em que mais se tem destacado. Aliás, não é de descurar o facto de Mário Cláudio contar já com um prémio APE de Romance e Novela (em 1984, pela obra Amadeo) e com o Prémio Fernando Pessoa, atribuído em 2004. Sendo este um dos meus autores de eleição, não posso deixar de acusar alguma desilusão face à sua mais recente obra, Boa Noite, Senhor Soares. |
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