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As empresas municipais como instrumentos de gestão cultural nas cidades em Portugal – Parte II |
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Escrito por Cecília Folgado
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31-Dez-2008 |
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O perfil da empresa municipal de cultura Ao considerarmos a opção da empresa municipal como aquela que melhor se adequa à nossa realidade e às nossas necessidades, há que reflectir sobre os parâmetros que estarão presentes na sua construção: a génese, ou a razão pela qual é constituída, a acção e o âmbito em que se movimenta e, finalmente, as relações com a tutela e com os diversos agentes culturais. |
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As empresas municipais como instrumentos de gestão cultural nas cidades em Portugal – Parte I |
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Escrito por Cecília Folgado
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30-Nov-2008 |
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Pretende-se aqui reflectir sobre as empresas municipais como instrumentos de gestão cultural nas cidades em Portugal. Uma reflexão que surge num momento em que se sublinha a necessidade da gestão cultural nas cidades ser pautada por características de globalidade (face ao todo da cidade) e concertação (face aos diversos agentes que a constituem). Este modelo, as empresas municipais de cultura, apresenta-se como uma forte opção, ainda que marcado por algumas questões que se prendem com a sua história e origem no panorama nacional. |
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Do silêncio de Deus em Auschwitz às artes do sentido – parte III: presenças reais |
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Escrito por Ricardo Gil Soeiro
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30-Nov-2008 |
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“He said to God: If you love me, save me. If you are there, save me. But there was only silence. Then he said: I know you are there. I know you hear me. I will wager my life that you will save me. And still God said nothing. Then he said: However much you stay silent. I know you hear me. I am going to make my wager – now! And he threw down his wager. And God did not appear. God did not intervene.” J. M. Coetzee, “The Master of Petersburg” (1994) |
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Do silêncio de Deus em Auschwitz às artes do sentido: o buraco negro da História – Parte II |
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Escrito por Ricardo Gil Soeiro
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31-Out-2008 |
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Nesta segunda parte da Análise Temática em torno do pensador e crítico literário George Steiner, é nosso propósito tematizar a concepção steineriana de uma pós-cultura marcada pela singular experiência do holocausto. Tendo plena consciência de que muito mais haveria a explorar, não pretendemos esgotar a complexa problemática que aqui se nos apresenta, mas tão-só tactear temas que se revelam vitais para um entendimento informado da obra de Steiner. |
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